quarta-feira, 3 de junho de 2026

Os 10 Melhores Museus Gratuitos do Rio de Janeiro Para Visitar em 2026

 Descubra os melhores museus gratuitos do Rio de Janeiro. Arte, história, ciência e cultura para visitar.




O Rio de Janeiro é conhecido mundialmente por suas praias e paisagens, mas também abriga alguns dos espaços culturais mais interessantes do Brasil. A boa notícia é que muitos deles possuem entrada gratuita, permitindo que moradores e turistas tenham acesso à arte, história e conhecimento sem pesar no bolso.

Se você procura programas culturais acessíveis, confira esta seleção dos melhores museus gratuitos do Rio de Janeiro.

1. Museu do Amanhã

Localizado na revitalizada Praça Mauá, o Museu do Amanhã se tornou um dos cartões-postais culturais da cidade.

A exposição principal apresenta reflexões sobre sustentabilidade, mudanças climáticas, tecnologia e os desafios do futuro.

Embora normalmente seja pago, em determinados dias da semana e datas especiais a entrada é gratuita.

Destaque:

  • Arquitetura futurista
  • Experiências interativas
  • Vista privilegiada da Baía de Guanabara

2. Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)

O CCBB é um dos centros culturais mais visitados do país.

Além de exposições nacionais e internacionais, oferece cinema, teatro, palestras e atividades educativas.

A entrada para as exposições costuma ser gratuita.

Destaque:

  • Exposições de artistas renomados
  • Prédio histórico belíssimo
  • Localização no Centro Histórico

3. Museu Histórico Nacional

Um dos museus mais importantes do Brasil.

Seu acervo conta a história do país desde o período colonial até a República.

Destaque:

  • Carruagens imperiais
  • Objetos históricos raros
  • Excelente para quem gosta de história

4. Museu da República

Instalado no antigo Palácio do Catete, foi sede do governo federal até a mudança da capital para Brasília.

O jardim do museu também merece uma visita.

Destaque:

  • Arquitetura histórica
  • Jardins agradáveis
  • Importância política para o país

5. Museu de Arte do Rio (MAR)

O MAR reúne exposições dedicadas à arte brasileira e à história da cidade.

Seu terraço oferece uma bela vista da região portuária.

Destaque:

  • Arte contemporânea
  • Exposições sobre o Rio de Janeiro
  • Ótimo espaço para fotografias

6. Casa Roberto Marinho

Uma joia cultural pouco conhecida pelos turistas.

O espaço reúne obras de artistas brasileiros importantes e belos jardins.

Destaque:

  • Ambiente tranquilo
  • Acervo de arte moderna
  • Excelente para quem gosta de fotografia

7. Museu de Arte Moderna (MAM)

Um dos símbolos da arte moderna brasileira.

Além das exposições, o entorno do museu oferece uma das vistas mais bonitas da cidade.

Destaque:

  • Arquitetura icônica
  • Arte moderna e contemporânea
  • Parque do Flamengo ao redor

8. Museu Nacional de Belas Artes

Possui um dos maiores acervos artísticos do país.

Reúne obras de artistas brasileiros e europeus de diferentes períodos.

Destaque:

  • Pinturas clássicas
  • Esculturas históricas
  • Arquitetura impressionante

9. Museu da Justiça

Pouco conhecido pelo grande público, apresenta a evolução do sistema judiciário brasileiro.

Destaque:

  • Salões históricos preservados
  • Objetos raros
  • Entrada gratuita

10. Espaço Cultural da Marinha

Ideal para quem gosta de história naval.

Possui embarcações históricas, exposições e uma rica coleção ligada à Marinha do Brasil.

Destaque:

  • Programa diferente para toda a família
  • Vista da Baía de Guanabara
  • Ótimas oportunidades para fotos

Vale a pena visitar museus gratuitos no Rio?

Sem dúvida.

Além de serem programas acessíveis, os museus gratuitos do Rio de Janeiro oferecem experiências enriquecedoras para todas as idades. Seja para aprender mais sobre a história do Brasil, admirar grandes obras de arte ou simplesmente passar uma tarde diferente, há opções para todos os gostos.

E o melhor: muitas dessas atrações ficam próximas umas das outras, permitindo montar um roteiro cultural completo sem gastar quase nada.

terça-feira, 28 de abril de 2026

🎧 7 músicas para ouvir à noite e refletir sobre a vida


 

A noite tem um silêncio diferente.

É quando o mundo desacelera, as distrações diminuem e os pensamentos aparecem com mais clareza. Nesse momento, muita gente procura músicas para ouvir à noite e refletir sobre a vida — não apenas para escutar, mas para sentir, processar e, de alguma forma, se entender melhor.

A verdade é que algumas músicas parecem ter sido feitas exatamente para esses momentos. Elas não trazem respostas prontas, mas ajudam a organizar o que está confuso por dentro.

Se você está nesse tipo de fase, aqui vão 7 músicas que podem te acompanhar nessa jornada mais silenciosa e introspectiva.


🌙 1. “Time” – Pink Floyd

Poucas músicas traduzem tão bem a sensação de tempo passando quanto essa. “Time” é quase um lembrete — às vezes incômodo, mas necessário — de como deixamos a vida escorrer enquanto estamos distraídos.

É uma daquelas músicas para ouvir à noite e refletir sobre a vida que fazem você parar e pensar: estou vivendo ou apenas passando pelos dias?


💭 2. “The Scientist” – Coldplay

Essa música fala sobre arrependimentos, tentativas de recomeço e a vontade de voltar atrás.

Quem nunca quis “voltar ao começo”?

À noite, quando tudo fica mais sensível, “The Scientist” ganha ainda mais força. Ela não resolve nada, mas acolhe — e isso já é muito.


🎸 3. “Wish You Were Here” – Pink Floyd

Saudade tem som. E muitas vezes, esse som é essa música.

Ela fala de ausência, de conexões que se perderam e de pessoas que fizeram parte da nossa história. É impossível não sentir algo ao ouvir.

Perfeita para quem busca músicas para ouvir à noite e refletir sobre a vida, especialmente quando o assunto é lembrar de alguém.


🌌 4. “Creep” – Radiohead

Nem sempre a reflexão vem de um lugar confortável.

“Creep” é sobre não se sentir pertencente, sobre insegurança e sobre aquela sensação de estar deslocado.

É intensa, crua e extremamente honesta — exatamente o tipo de música que conversa com a gente nos momentos mais silenciosos da noite.


🕯️ 5. “Hurt” – Johnny Cash

Aqui, a dor não é escondida. Ela é mostrada sem filtro.

Na voz de Johnny Cash, “Hurt” se transforma em uma espécie de confissão sobre arrependimentos, escolhas e o peso do tempo.

Se você procura músicas para ouvir à noite e refletir sobre a vida, essa talvez seja uma das mais profundas da lista.


🌊 6. “Fix You” – Coldplay

Essa é sobre tentar seguir em frente, mesmo quando tudo parece quebrado.

“Fix You” não promete soluções mágicas, mas traz uma sensação de esperança. Aquela ideia de que, mesmo devagar, a gente consegue se reconstruir.

É uma boa companhia para noites difíceis.


🌠 7. “Nothing Compares 2 U” – Sinéad O’Connor

Simples, direta e carregada de emoção.

Essa música fala sobre perda, sobre ausência e sobre o vazio que algumas pessoas deixam quando vão embora.

À noite, ela ganha ainda mais força. É impossível não se conectar.


🧠 Por que ouvimos músicas à noite para refletir?

Existe um motivo real para isso.

Durante a noite:

  • há menos estímulos externos
  • a mente desacelera
  • as emoções ficam mais acessíveis

Por isso, buscar músicas para ouvir à noite e refletir sobre a vida se torna quase natural. A música vira uma espécie de companhia — silenciosa, mas extremamente presente.


🎯 Conclusão

Nem toda reflexão precisa de resposta.

Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um momento, uma música e um pouco de silêncio.

As músicas para ouvir à noite e refletir sobre a vida não estão aqui para resolver tudo, mas para te acompanhar — e isso já faz diferença.

Porque no fim, entre pensamentos e melodias, a gente vai se entendendo… um pouco de cada vez.



🎧 Quer melhorar sua experiência ouvindo essas músicas? Confira alguns fones ideais para ouvir música à noite:

A música que você ouve escondido (e o que ela diz sobre você)

 

A música que você ouve quando ninguém está olhando


Tem música que a gente não compartilha.
Não porque é ruim… mas porque dói.

É aquela que você coloca quando a casa está em silêncio,
quando a mente resolve voltar no tempo sem avisar.

Às vezes não é nem pela música em si,
mas pelo que ela carrega.

Um cheiro, um momento, uma pessoa.

E, por alguns minutos, você não está mais aqui.
Você volta praquele lugar onde tudo parecia mais simples…

Ou mais intenso.

Todo mundo tem uma música assim.
Aquela que não é só pra ouvir — é pra sentir.






Quer melhorar sua experiência ouvindo suas músicas? Confira algumas caixas de som ideais para ouvi-las:

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Após muita polêmica, festival Lollapalooza estreia no Brasil com 50 atrações


Por Rodrigo Gonçalves

Um famoso festival marcado por grandes apresentações aterriza em terras tupiniquins este final de semana para deleite de um público ainda sedento por música, em especial o Rock. É o Lollapalooza, evento criado nos anos 90 por Perry Farrell, líder do Jane's Addiction, que se tornou um dos mais importantes festivais americanos. Ao vir para o Brasil para anunciar o evento, Farrell causou muita polêmica ao declarar que o público brasileiro está aprendendo agora sobre bandas internacionais, incitando a ira de músicos brasileiros, como Lobão.

Em sua estreia, a edição brasileira será no Jockey Club de São Paulo, com ingressos esgotados para o primeiro dia e terá a banda americana Foo Fighters (do ex-baterista do Nirvana, Dave Grohl) a mais esperada do festival, como Headliner. No domingo, é a vez dos Arctic Monkeys fecharem a festa às 21:30.

O Lollapalooza brasileiro terá um lineup mais eclético. Além das bandas citadas, vale a pena dar uma olhada e conhecer muitas outras que vão dar o ar de sua graça em são Paulo, como o TV On The Radio, ainda desconhecido no Brasil, mas que já tem cinco discos lançados. Também vale uma conferida em Band Of Horses, Cage The Elephant, Foster The People e Friendly Fires elogiados pela imprensa internacional recentemente. Entre os grupos nacionais, destaque para os rappers do Racionais Mcs e o Garage Fuzz, santistas com mais de 20 anos de estrada.

Então, prepare-se, pois o ano vai começar realmente agora para o público brasileiro, neste que promete ser um dos grandes festivais do país. Que venham outros Lollapaloozas!


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Snow Patrol diversifica sua música e faz o melhor disco da carreira




Por Rodrigo Gonçalves

Formada em 1994 pelos amigos Gary Lightbody (vocalista) e Mark McClelland (baixista), a banda britânica Snow Patrol sempre fez um som mais melancólico, mas nunca deixou de lado sua faceta alternativa.


Após os mega-hits “Open your eyes” e “Chasing cars”, do seu álbum mais famoso, “Eyes open” (2006), o quinteto ganhou projeção internacional e chegou a abrir turnês do U2 e ter canções em trilhas sonoras (Spider man 3) e em séries americanas de sucesso (Grey’s Anatomy).

Após a passagem pelo Rock in Rio deste ano, o sexto álbum da banda, intitulado “Fallen Empires”, é uma guinada na carreira dos caras. Nada muito exagerado, mas nota-se pitadas de elementos de eletrônica (coisa que o seu compatriota Keane já vem fazendo) e um baixo mais presente, em músicas como “Called out in the dark” (o primeiro single), “I’ll never let go” e “Fallen Empires”, esta última muito diferente de tudo o que a banda fez até agora.

Mas para não perder os fãs mais antigos, o Snow Patrol mira no que já fez de melhor e acerta novamente! As músicas com selo de qualidade do SP estão presentes, e ouso dizer, são as melhores da banda até agora.

Difícil não se emocionar com as belas baladas de piano “This isn’t everything you are”, “New York” e “The Garden rules”, linda letra sobre um amor de infância. “In The end” é a representante do velho Snow Patrol, onde as guitarras estão mais presentes. Destacam-se também os backing vocals femininos em algumas canções, que combinaram muito bem com a linda voz de Gary.

Com toda a mudança sonora, pela inspiração da banda e a julgar pelas canções arrebatadoras, posso considerar este “Fallen Empires” como o melhor disco do Snow Patrol.

E quem sabe, depois disso, a banda pode almejar degraus mais altos na carreira e ter a mesma idolatria de um U2 ou Coldplay? Capacidade eles já mostraram que têm.


Tracks:


1. "I'll Never Let Go"
2. "Called Out in the Dark"
3. "The Weight of Love"
4. "This Isn't Everything You Are"
5. "The Garden Rules"
6. "Fallen Empires"
7. "Berlin"
8. "Lifening"
9. "New York"
10. "In the End"
11. "Those Distant Bells"
12. "The Symphony"
13. "The President"
14. "Broken Bottles Form a Star (Prelude)"


O vídeo de "This Isn't Everything You Are":









quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Após despedida, R.E.M. lança super coletânea com faixas inéditas



Por Rodrigo Gonçalves

Após declarar em seu site oficial o fim das atividades da banda, os americanos do R.E.M. lançarão uma coletânea em novembro. Intitulado 'Part Lies, Part Heart, Part Truth, Part Garbage: 1982 - 2011', o álbum será duplo e contará com três músicas inéditas, gravadas após o lançamento do último disco do trio, “Colapse into now”.


O registro mostrará todas as fases do R.E.M., desde o início nas college radios americanas pelo selo I.R.S., a entrada no mainstream com os premiados álbuns “Out of time” e “Automatic for the people”, nos anos 90, até os discos mais recentes da banda, abrangendo mais de trinta anos de estrada.

As faixas inéditas serão: “A Month of Saturdays”, “We All Go Back To Where We Belong” e “Hallelujah”.

Segundo o baixista Mike Mills, vai ser uma grande tristeza não tocar mais com Buck e Stipe, mas que fizeram isso por boas razões. Na verdade, os músicos já tinham tomado a decisão da separação há alguns meses, quando se reuniram em Atenas, na Geórgia, cidade natal da banda. Mas deixaram claro que saem de cena como amigos. “Quando olhamos para trás, foi tudo engraçado e divertido, aproveitamos muito bem a oportunidade que tivemos”, destaca Mills.

As 40 faixas da super coletânea:

Disco 1:


Gardening At Night

Radio Free Europe

Talk About The Passion

Sitting Still

So. Central Rain

(Don’t Go Back To) Rockville

Driver 8

Life And How To Live It

Begin The Begin

Fall On Me

Finest Worksong

It’s The End Of The World As We Know It (And I Feel Fine)

The One I Love

Stand

Pop Song 89

Get Up

Orange Crush

Losing My Religion

Country Feedback

Shiny Happy People



Disco 2:

The Sidewinder Sleeps Tonite

Everybody Hurts

Man On The Moon

Nightswimming

What’s The Frequency, Kenneth?

New Test Leper

Electrolite

At My Most Beautiful

The Great Beyond

Imitation Of Life

Bad Day

Leaving New York

Living Well Is The Best Revenge

Supernatural Superserious

Überlin

Oh My Heart

Alligator_Aviator_Autopilot_Antimatter

A Month of Saturdays

We All Go Back To Where We Belong

Hallelujah




Pra matar a saudade, um vídeo de “Fall on me”, ao vivo no Rock in Rio 3:



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Este é o fim da música que escolhemos para nossas vidas, mas nos sentimos bem!



Chegou a hora de dizer adeus. Mas ficam as músicas, as letras e o turbilhão de emoções
que foram esses mais de trinta anos de carreira do R.E.M. Com certeza, marcou a vida de muitas pessoas, assim como a nossa. Só temos que agradecer, Stipe, Buck, Mills e Bill!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pearl Jam comemora 20 anos de carreira com documentário




Por Rodrigo Gonçalves

Dirigido pelo aclamado Cameron Crowe, o documentário “Pearl Jam Twenty” estreia nos cinemas brasileiros na próxima semana. O filme, que tem a missão de mostrar os 20 anos de carreira da banda, traz cenas do início do grupo, das origens com a banda Mother Love Bone, e aborda alguns momentos históricos, como antigas gravações em estúdio e entrevistas com membros e amigos, como Chris Cornell, do Soundgarden.


O doc. ainda apresenta a suposta rivalidade com o Nirvana de Kurt Cobain, outra banda mundialmente famosa de Seattle e como o Pearl Jam se ternou um dos maiores grupos de Rock internacionalmente. Mas como nem tudo são flores, o longa aborda também a batalha que eles travaram contra a Ticketmaster, mega empresa de venda de ingressos e a tragédia no Roskilde Music Festival, na Dinamarca, em 2000, quando nove fãs morreram pisoteados durante o show.

O projeto conta ainda com um livro homônimo e um CD duplo da trilha sonora do filme trazendo alguns dos sucessos, além de faixas inéditas, demos e outras raridades da banda

O Pearl Jam tem shows agendados no Brasil em novembro: São Paulo (dias 3 e 4, no Estádio do Morumbi), Rio de Janeiro (dia 6, na Praça da Apoteose), Curitiba (dia 9, no Estádio do Paraná Clube) e em Porto Alegre (dia 11, no Estádio do Zequinha).



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Beady Eye confirma participação em festival no Rio

Por Rodrigo Gonçalves




Os fãs de Liam Gallagher e dos ex-integrantes do Oasis devem estar animados. A banda confirmou presença no “Eu quero festival”, que acontecerá nos dias 7 e 8 de novembro, no Circo Voador, no Rio. Além do Beady Eye, que tocará no dia 7, foram confirmados também o Broken Social Scene e Toro y Moi. Uma outra banda internacional ainda será anunciada para o dia 8. As entradas já podem ser adquiridas no site da Ingresso.com e na bilheteria do Circo Voador.


SERVIÇO:

Eu Quero Festival
7 e 8 de novembro

Rua dos Arcos, s/n (Circo Voador)
Onde comprar: Bilheteria do Circo Voador - Rua dos Arcos, s/n
http://www.ingresso.com/

Preços: 7 de novembro: R$ 180 / R$ 90 (meia-entrada, válida para todos que confirmarem presença através do Lista Amiga ou pelo Facebook do Queremos)

8 de novembro: R$ 140 / R$ 70 (meia-entrada, válida para todos que confirmarem presença através do Lista Amiga ou pelo Facebook do Queremos)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Coldplay anuncia data de lançamento de seu novo álbum, Mylo Xyloto


As duas capas do novo álbum





Por Rodrigo Gonçalves

A banda inglesa Coldplay anunciou nesta manhã o nome de seu quinto álbum de inéditas. “Mylo Xyloto” é o sucessor de ‘Viva La Vida or Death All his friends”, de 2009 e possivelmente contará com as músicas “Every Teardrop Is A Waterfall”, “Us Against the World “, “Charlie Brown” e “Major Minus”, já lançadas este ano pelo grupo de Chris Martin.

A data de lançamento do novo trabalho é 24 de outubro e terá a produção de Markus Dravs, Daniel Green, Rick Simpson e o requisitado Brian Eno. A próxima faixa a ser lançada é “Paradise”, mas ainda não tem data definida. “Mylo Xyloto” será vendido em formato digital e CD, além de uma edição especial com livro de capa dura, contendo material exclusivo e diários pessoais dos integrantes da banda.

O Coldplay é a atração principal do dia 1º de outubro do Festival Rock In Rio, na Cidade do Rock.



















segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Enquanto sexto álbum não vem, Snow Patrol divulga single






Por Luciana Aguiar

A banda britânica Snow Patrol apresentou, há alguns dias, um novo single chamado Called out in the dark. Com a divulgação o grupo quebra um “silêncio” existente desde 2009, quando lançou a coletânea Up to now, constituída pelos cinco álbuns anteriores. Vale lembrar que o vocalista, Gary Lightbody, é um dos integrantes da banda Tired Pony (projeto que reúne, também, integrantes do R.E.M e do Belle & Sebastian).
Para o novo trabalho, o Snow Patrol contou com a produção do veterano Garret "Jacknife" Lee, que já colaborou em projetos de bandas como U2 e Green Day.



Gary Lightbody, Paul Wilson, Nathan Connolly, Jonny Quinn e Tom Simpson formaram a banda em 1994 e já venderam mais de 11 milhões cópias de álbuns. O grupo será uma das atrações do Rock in Rio, no dia 24 de setembro.




Ouça o novo single do Snow Patrol:








sexta-feira, 29 de julho de 2011

Noel Gallagher lança seu primeiro vídeo pós-Oasis

Por Rodrigo Gonçalves

Após o fim do Oasis, devido a uma violenta briga em 2009, Noel Gallagher viu seu irmão Liam criar o Beady Eye e se preparou para o lançamento de seu disco solo, denominado "Noel Gallagher's High Flying Birds". Esta semana, seu primeiro single - "The Death of You and Me" - foi pra rede e é um faroeste, que conta a história de uma garçonete sonhadora.

O single chegará às lojas em vinil e CD no dia 22 de agosto. Já o álbum de Noel está programado para sair somente em outubro.

E a troca de “carícias” entre Noel e seu irmão Liam não para. Em entrevista à MTV, Liam declarou que Noel não foi posto para fora do Oasis: “É um mentiroso, estou desapontado por ele e seus fãs...”, e ainda comparou o irmão a cantora Dido em seu Twitter. Já Noel, em uma coletiva de imprensa no início de mês, disse que não falaria sobre o álbum do Beady Eye por respeito aos outros integrantes da banda, ex-integrantes do Oasis.

Abaixo, o clipe de "The Death of You and Me":



quinta-feira, 14 de julho de 2011

Novo album do Incubus é lançado



Por Luciana Aguiar

O quinteto californiano Incubus lançou ontem, oficialmente, o album If Not Now, When? Há alguns meses o vocalista da banda, Brandon Boyd, revelou que o trabalho é completamente diferente de tudo o que o Incubus já fez antes, o que significaria uma próxima fase em termos musicais. “Vamos desafiar um pouco os nossos fãs com ele, mas estou animado com isso. Acho que é o que precisa acontecer”, salientou à época.

O disco é o primeiro full-length do grupo desde Light Grenades, lançado há cinco anos. Assim que tivermos a oportunidade de apreciar a novidade, postaremos a resenha aqui no Estranho. Mas pelo primeiro vídeo lançado, o da canção Promises, Promises e o single Adolescents, dá para sentir um prenúncio de “sonzera” da melhor qualidade!


terça-feira, 5 de julho de 2011

Ed Kowalczyk anima os cariocas em noite de hits do Live

Fotos: Luciana Aguiar e Felipe Gomes




Por Rodrigo Monteiro Gonçalves


Uma grande sexta feira foi anunciada quando Ed Kowalczyk, ex – vocalista da banda americana Live, surgiu no palco de uma casa de shows da Zona Sul do Rio de Janeiro. O local, apesar de não estar completamente cheio, teve um bom número de fãs, mesmo com os espaços visíveis na área vip.

Muito animado e pronto para liderar o palco em mais um ótimo show de sua curta carreira solo – Ed saiu do Live em 2009 por questões profissionais e fez questão de passar pelo Brasil para divulgar seu disco, denominado “Alive”, gravado ano passado - a última aparição do vocalista no Rio foi na memorável apresentação em 1994, no Hollywood Rock, ainda com o Live.

Como era de se esperar, não faltaram hits da antiga banda, que fizeram sucesso nos anos 90. Ed e seus novos músicos (competentíssimos, por sinal) começaram com “All over you”, do disco “Throwing Cooper”, de 94 e seguiram intercalando canções novas com grandes sucessos do Live. Podemos destacar “Drive”, “Drink (Everlasting love) e a belíssima “Grace”, que se não animaram muito o público, se mostraram boas canções e com o tempo marcarão a carreira de Ed.

Mas foi mesmo nas canções do Live que os fãs cantaram junto e que o vocalista deu seu show à parte, visivelmente entusiasmado em estar ali e dando tudo de si. Ed tem uma voz incrível e mandou muito bem!

Apesar de sentir falta da maneiríssima “Operation Spitit”, do primeiro disco (“Mental Jewerlry”, de 91) no set list, a banda mandou clássicos como “Selling the drama”, “Lightning Crashes”, “The Dolphin’s Cry”, a linda “Heaven”, escrita para sua primeira filha, até a esquecida e pesada “White, discussion” foi lembrada e a primeira parte da apresentação terminou com “I alone”.

Na volta ao palco, a grande surpresa: o mega sucesso radiofônico “Pain Lies on the River Side” numa “versão brasileira”, foi o clímax da noite, com dois músicos brasileiros na percussão. Ficou realmente sensacional, assim como a emocionante “Overcome”, gravada em homenagem às vítimas do atentado às torres gêmeas nos EUA.

A terceira e última parte do show foi mais tranquila, finalizada com “Dance with you”, com trechos de “Run to the water”, fez a plateia sair satisfeita e aguardando uma nova passagem do artista pelo Brasil, já que um novo disco é aguardado para 2012.

Nos bastidores, tivemos a oportunidade de conhecer o Ed e confirmar o seu talento, não só no palco como também pessoalmente, mesmo que o contato tenha sido muito rápido! Mas fica o registro e os agradecimentos ao Vivo Rio por esta oportunidade!






Setlist:

All Over You
The Great Beyond
The Distance
Selling the Drama
Drink (Everlasting Love)
Drive
The Dolphins Cry
Stand
Heaven
Grace
White, Discussion
I Alone

Bis:

Pain Lies on the Riverside
Overcome
Lakinis Juice
Lightning Crashes

Bis 2:

Just in Time
Zion
The Beauty of Grey
Dance With You/ Run to the Water

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ed Kowalczyk, ex - vocalista do Live, se prepara para três apresentações no Brasil


Por Rodrigo Monteiro Gonçalves

Mais uma oportunidade para os brasileiros curtirem a voz marcante de Ed Kowalczyk, ex – vocalista da banda alternativa americana Live. O cantor virá ao país para três shows (São Paulo, Rio de janeiro e Porto Alegre) e apresentará seu primeiro disco solo, “Alive”, lançado no ano passado.

De acordo com sua assessoria, Ed apresentará repertório inédito, mas sem deixar de lado os sucessos do Live, que vendeu 20 milhões de cópias e emplacou vários sucessos nos anos 90.

A última vez que Ed esteve no Brasil foi em 2003, com o Live, no Brasília Music Festival, tocando para 60 mil pessoas.

SERVIÇO:

SÃO PAULO

30/06, a partir das 21h30
HSBC Brasil (Rua Bragança Paulista, 1281, Chácara Santo Antônio)
R$ 100 (pista, 1º lote), R$ 200 (frisas, cadeira alta) e R$ 250 (pista premium); há meia-entrada para todos os setores
Ingressos: na bilheteria da casa, pelos sites www.hsbcbrasil.com.br e www.ingressorapido.com.br, pelo telefone 4003-1212 e nos pontos de venda credenciados.

RIO DE JANEIRO

01/07, a partir das 23h
Vivo Rio
R$ 100 (pista, 1º lote), R$ 160 (camarotes BB), R$ 200 (pista superior), R$ 220 (pista premium, 1º lote) e R$ 250 (camarotes AA); há meia-entrada para todos os setores
Ingressos: pelo site www.ingressorapido.com.br, pelo telefone 4003-1212 e nos pontos de venda credenciados.

PORTO ALEGRE

03/07, a partir das 22h
Opinião
R$ 60 (primeiro lote), R$ 70 (segundo lote) e R$ 80 (terhttp://www.blogger.com/img/blank.gifceiro lote)
Ingressos: pelo site www.opiniaoingressos.com.br e nas lojas Trópico (Shoppings Iguatemi, Praia de Belas, Moinhos, Total, BarraShopping Sul, Bourbon Ipiranga, Canoas Shopping e Bourbon São Leopoldo).

Mais informações: http://www.edklivebrasil.com/show.php

quarta-feira, 8 de junho de 2011

“Busking for change and changing everything”: Silverchair anuncia hiato





Por Luciana Aguiar

Em mais uma demonstração de extremo respeito aos fãs, a banda australiana Silverchair revelou há algumas semanas, em carta aberta, os motivos que os levaram a decretar uma “hibernação” sem prazo para terminar os trabalhos conjuntos do trio. Após quase 20 anos de carreira lado a lado, Daniel Johns, Ben Gillies e Chris Joannou parecem encontrar mais inspiração nos projetos paralelos que iniciaram há alguns anos.

Lamentavelmente as tentativas de incorporar estas novas referências nos trabalhos apresentados pelo Silverchair não agradaram comercialmente, apesar de a banda ter ganhado diversos prêmios ARIA Awards. Vale lembrar que o último álbum comercial da banda, Young Modern, de 2007, nem ao menos foi lançado aqui no Brasil.

Ao reinventar-se o Silverchair deixa um belíssimo legado de reflexão, criatividade, atitude e sonoridade em canções que em alguns momentos parecem ser um espelho da própria alma de quem escuta (aliás, sou suspeitíssima para falar sobre este assunto, rs). O album Diorama, de 2001, por exemplo, não somente representou uma ruptura abrupta em tudo que a banda havia produzido até então como também consolidou a “vocação” autoral do frontman da banda, Daniel Johns, como um artista completo. Digo artista aqui da mesma forma como me referi a Brandon Boyd (do Incubus) em resenha anterior, como um alguém que realmente se expressa através da arte e leva esta expressão às últimas consequências e a despeito de interesses meramente comerciais. As letras do Silverchair refletem não apenas música, mas a própria alma de Daniel Johns em toda a sua intensidade, complexidade, suavidade, força e contradições.

Ao formar, juntamente com o DJ Paul Mac, o projeto paralelo The Dissociatives, Johns deu asas às inúmeras possibilidades oníricas que os componentes eletrônicos podem aliar à boa música. Mas, ao tentar incorporar este universo ao Silverchair no último álbum de estúdio, apesar de Young Modern ser excelente trabalho, a banda foi excluída do mainstream. Fazendo uma analogia, parece-me que o Silverchair tem diante de si um desafio que muitos de nós temos em nossas vidas cotidianamente: ou nos mantemos independentes e fiéis aos desejos e expressões da nossa alma (e com isto corremos o risco de sermos tachados de excêntricos e não nos “enquadrarmos” nas expectativas alheias ou trilhamos o caminho que outros trilharam, seguindo um rumo conhecido, de fácil empatia, mas solapando a sinceridade e, com o tempo, em consequência, a criatividade que nos dá entusiasmo, vida. Enfim... talvez descobrir o caminho do meio seja a saída e, para isto, nada melhor de um período de interiorização, de reflexão. Talvez seja isto que a banda esteja procurando na busca por si mesma e tomara que se reencontre logo, afinal, sentiremos saudades! Não apenas nós, fãs incondicionais, mas também quem já não aguenta mais escutar mais do mesmo...

Abaixo, para matar as saudades precoces, o video de Tuna in The Brine, a linda canção ao qual faço menção no início deste texto:








sábado, 14 de maio de 2011

Pink Floyd terá discografia relançada este ano







Por Rodrigo Gonçalves

A banda progressiva britânica Pink Floyd, juntamente com sua gravadora (EMI), anunciou lançamentos de pacotes para setembro de 2011. Toda sua obra será remasterizada e relançada em todos os formatos digitais com o nome de "Why Pink Floyd?".

O primeiro pacote intitulado “Discovery”, trará toda a discografia do grupo em estúdio, desde seu primeiro trabalho (The Piper at The Gates of Dawn), de 1967. Já o segundo, “Experience Editions”, constará de versões de luxo para os álbuns “Dark side of the moon”, “The Wall” e “Wish You Were Here”, além de materiais extras, com fotos inéditas e encartes especiais. No terceiro pacote, “Immersion Edition”, os três clássicos citados acima terão uma grande variedade de material, incluindo versões alternativas de músicas, filmes restaurados mostrados durante os shows, encartes ilustrados e outros. Entre os mais esperados bônus da coletânea, está o lendário show “The Dark Side Of The Moon” em 1974, no estádio Wembley, na capital britânica.

Mas ainda não acabou. Em novembro, chegará às lojas a coletânea “A Foot In The Door - The best of Pink Floyd”, que conterá as canções mais conhecidas do grupo reunidas pela primeira vez em um álbum. A versão 5.1 de “Wish You Were Here” estará presente.


O presidente da EMI, Roger Faxon, declarou que se trata de uma colaboração única entre a empresa e um dos grupos mais criativos e influentes da história. "Trabalhamos juntos durante mais de um ano neste projeto que incorpora todos os elementos que faz do Pink Floyd uma das forças inspiradoras da música moderna", enfatizou.

Enquanto aguardamos o material, um vídeo ao vivo de “Another brick in the wall”:





segunda-feira, 18 de abril de 2011

Incubus lançará novo álbum em julho


Por Luciana Aguiar



Após o aclamado trabalho solo de Brandon Boyd lançado em 2010, The Wild Trapeze, a banda americana Incubus anunciou o lançamento de If Not Now, When?, previsto para julho. O novo álbum conta com a produção de Brendan O´Brien, que já trabalhou com bandas como Pearl Jam e Rage Against The Machine. O último trabalho de estúdio do Incubus, Light Granades, foi lançado em 2006. De acordo com Boyd, o álbum é uma "carta de amor destinada ao mundo. É mais obscuro, mais lento, mais definido e mais envolvente do que qualquer outra coisa que o Incubus já tenha lançado". O primeiro single, Adolescents, disponibilizado site oficial da banda, foi divulgado há poucos dias.

terça-feira, 5 de abril de 2011

The National volta ao Brasil para divulgar “High Violet”

Por Rodrigo Gonçalves
A banda americana The National pousa pela segunda vez no país para duas apresentações, no Rio e São Paulo. O quinteto do Brooklin, liderado pelo vocalista Matt Berninger, famoso por sua voz barítona, tem divulgado em entrevistas recentes que deseja fazer um show ainda melhor que no Tim Festival, em 2008, em que tocaram com o MGMT.


Desta vez eles utilizarão vídeos e , é claro, mostrarão músicas de seu quinto trabalho, “High Violet”, um dos discos mais elogiados pela crítica Indie/Rock em 2010.


O The National começou em 1999, mas foi em 2007, com o álbum “Boxer” que o grupo ficou conhecido, através da intensa música “Fake Empire” e chegou a abrir turnês do R.E.M. O baixista Scott Devendorf diz que o título do cd faz referência a um estado de espírito inventado por Matt: “Assim como azul é sinônimo de tristeza, o ‘high violet’ se refere a uma combinação de sentimentos. Nossa música é dramática, emotiva”, conta Scott ao site G1.


Serviço


São Paulo


5 de abril (terça-feira), às 21h30 Citibank Hall - Av. Jamaris, 213, Moema R$ 300 (camarote) e R$ 140 (pista)

Rio de Janeiro

8 de abril (sexta-feira), às 23. Circo Voador - Rua dos Arcos, S/N, Lapa R$ 70 (ingresso promocional válido com 1 quilo de alimento não perecível ou 1 livro ou meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)

terça-feira, 22 de março de 2011

Out of time, álbum que lançou o R.E.M ao mainstream, completa 20 anos de lançamento



Por Luciana Aguiar

Apesar de o nosso último post ter sido sobre o R.E.M, uma das nossas bandas favoritas − sim caro leitor, aqui podemos nos permitir fugir da isenção jornalística − não há como não comentar que há poucos dias, fãs do mundo inteiro lembraram os 20 anos de lançamento de Out Of Time. O álbum foi um marco na carreira da banda por representar uma transição inequívoca do grupo do cenário indie para o topo das paradas de sucessos do rock/pop mundial. Losing My Religion, primeiro single do álbum, é sem dúvida nenhuma uma das músicas mais tocadas em rádios de todo o mundo, bem como um dos vídeos mais reproduzidos pela MTV americana em todos os tempos.

Em recente entrevista a revista Rolling Stone, o guitarrista da banda, Peter Buck, revelou que o grupo considera o trabalho mais recente Collapse Into Now o melhor realizado pelo R.E.M desde Out Of Time. Tudo bem que achamos este comentário de Buck extremamente modesto, mas, é uma clara referência sobre a importância do álbum lançado em 1991.
Abaixo, o vídeo de "Losing my religion", de Out of time: