The long wait of the fans of the australian band Silverchair seems to be in the end. The group, that works in a new album, presented in Goovin´The Moo Festival 2010, in Australia, some days ago. In the show the band presented an aperitif of what comes: the new songs "16" and "Machina Collecta". It remains to know if this time the new album of unknown songs will be launched in brazilian lands, since, the last work of the band, Young Modern, of 2007, was restricted to Australia, Europe and United States. The excellent album represents a rupture in the sound that was produced for the band until then, consolidated the Silverchair as an alternative band who reinventend yourself and survives with much authenticity and poetry.
domingo, 23 de maio de 2010
Silverchair: em festival australiano, banda mostra faixas do novo album
Por Luciana AguiarA longa espera dos fãs da banda australiana Silverchair parece estar no fim. O grupo, que atualmente trabalha em um novo album, se apresentou no Goovin´The Moo Festival 2010, na Austrália, há alguns dias. No show a banda apresentou um aperitivo do que vem por aí: as novas canções 16 e Machina Collecta. Resta saber se desta vez o novo album de inéditas será lançado em terras tupiniquins, já que, o último trabalho da banda, Young Modern, de 2007, ficou restrito à Austrália, Europa e Estados Unidos. O excelente album, além de representar uma ruptura no som que era produzido pela banda até então, consolidou o Silverchair como uma banda alternativa que, ao se reinventar, sobrevive com autenticidade e poesia.
Abaixo, o video da inédita 16:
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Green Day fará shows no Brasil em Outubro
Por Rodrigo GonçalvesApós 12 anos longe do país, a banda norte-americana Green Day se apresentará no Brasil em outubro, de acordo com a confirmação da gravadora Warner. O grupo, que divulga seu mais recente trabalho "21 century breakdown", vencedor do prêmio de Melhor Disco de Rock no Grammy 2010, fará shows no Rio de Janeiro e São Paulo, mas ainda não há informações sobre as datas e locais das apresentações.
Coincidentemente, a banda americana também era um dos nomes cogitados para a edição brasileira do festival de Woodstock, que aconteceria no mesmo mês, na região de Itu, no interior de São Paulo, mas a realização do festival ainda não foi confirmada.
O trio, liderado pelo vocalista e guitarrista Billie Joel Armstrong, foi criado em 87 na Califórnia e alcançou o sucesso mundial em 1994, com o disco “Dookie” e hits como “Basket case” e “She”. O grupo tem oito álbuns lançados, já ganhou quatro Grammys e vendeu 22 milhões de cópias apenas nos EUA.
Enquanto aguardamos mais notícias, uma pequena prévia do show: o vídeo de “Boulevard of broken dreams”, ao vivo!
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Integrantes do Keane e do The Killers se unem em projeto country
Foto do blog oficial da banda: http://mtdesolationofficial.blogspot.com/Por Luciana Aguiar
A banda country Mt Desolation, que une integrantes do Keane, do The Killers, do Noah and the wale e Mumford anunciou há algumas semanas que está em estúdio para gravação do primeiro álbum. O trabalho deverá ser lançado até o final deste ano. O grupo, que terá cerca de 13 colaboradores, fará estréia nos palcos londrinos no dia 4 de junho.
Estão no projeto musical o violinista Tom Hobden (Noah and the wale), Tim-Rice Oxley (pianista e vocalista do Keane), o baterista do Killers, Ronnie Vannucci e o tocador de banjo Winston Marshall (Mumford).
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Morre o criador dos Sex Pistols, Malcolm McLaren

Por Rodrigo Gonçalves
Malcolm McLaren, "inventor" dos Sex Pistols e um dos articuladores mais criativos da história da música pop, morreu nesta quinta (8), aos 64 anos, em Nova York. Ele sofria de câncer.
Na década de 70, Malcolm, que possuía conhecimentos de marketing pop, se juntou a quatro garotos desocupados (Steve Jones e Paul Cook - respectivamente guitarrista e baterista - Glenn Matlock, baixista e o vocalista John Lydon, que matavam tempo em Londres e criou a landária banda que detonou o movimento Punk na Inglaterra, atingindo sucesso e polêmica na mesma medida. O álbum Never Mind the Bollocks é considerado um dos melhores discos de rock de todos os tempos.
Após a separação dos Sex Pistols, McLaren continuou sua carreira nos anos 80 à frente do grupo Public Image Limited. “Sem Malcolm McLaren não teria havido o movimento punk”, disse o jornalista Jon Savage, autor de um livro sobre a história do punk e dos Sex Pistols, chamado “England's Dreaming”. "É uma das poucas pessoas que teve um impacto excepcional na vida social e cultural do país”, completou o escritor.
Mais tarde lançou seus próprios projetos musicais, como o álbum “Duck Rock” de 1983, e teve grande êxito na Grã-Bretanha com canções como “Double Dutch”. Malcolm McLaren continuou lançando álbuns até a primeira década deste século, entre eles “Shallow - Musical Paintings”, no ano passado. Seu corpo será levado a Londres e enterrado no cemitério de Highgate.
Fonte: Rolling Stones e Jornal A Tarde
quarta-feira, 17 de março de 2010
A-ha se despede do Rio com show emocionante

Por Rodrigo Gonçalves
Foi a segunda melhor apresentação da banda norueguesa A-ha no país. Perdeu somente para os dois shows históricos numa Apoteose lotada, em 1989, no auge da banda. No último sábado (13), o trio se despediu do público carioca, pois resolveram terminar as atividades no fim de 2010, relembrando sucessos e baladas dos mais de 20 anos de carreira.
Foi a segunda melhor apresentação da banda norueguesa A-ha no país. Perdeu somente para os dois shows históricos numa Apoteose lotada, em 1989, no auge da banda. No último sábado (13), o trio se despediu do público carioca, pois resolveram terminar as atividades no fim de 2010, relembrando sucessos e baladas dos mais de 20 anos de carreira.
Mas antes de falar do show, vamos voltar ao final dos anos 80 e início dos 90, onde o a-Ha era uma verdadeira febre no país. As Fms tocavam "Take On Me", "Cry Wolf", "Touchy!" e "You Are The One" sem parar. As garotas se descabelavam. A banda norueguesa vendia muito, mas muito mesmo. Hoje, as coisas mudaram um pouco...
Os fãs trintões, um pouco menos histéricos, curtem mais a banda na sua maturidade. Morten Harket, o vocalista, continua dando os seus agudos praticamente perfeitos, mas quase não se movimenta pelo palco, talvez mais concentrado em sua música, diferente de outras épocas. A interação com o público ficou a cargo do simpático tecladista Magne Furulhomen. o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy era o mais quieto. As músicas mais aplaudidas e cantadas em coro ainda são os velhos sucessos do final dos anos 80.
Ou seja, o A-ha ficou mais maduro, mudou seu comportamento no palco e mesmo assim, não deixou de emocionar seus fãs. As cercas de 7 mil pessoas que foram ao Citibank Hall relembraram de sua infância e adolescência, certamente cercada de melodias dos noruegueses.
Quando o show começou, por volta das 22h20, com a introdução do compositor clássico norueguês Edvard Grieg, a multidão já ocupava seu lugar para ouvir a boa "The bandstand", do último disco "Foot of the mountain", que abriu o show, seguida pela faixa-título e por "Analogue” de 2005. A primeira parte do show foi marcada por músicas mais recentes e, é claro, deixaram o ápice para depois.
Sempre focando suas músicas no SynthPop dos anos 80, o trio derramou pérolas inesquecíveis como "The blood that moves the body", "The living daylights", do filme 007-Marcado para morrer, além de "Stay on these roads" e uma versão acústica de "You are the one", canção que não tocavam há muito tempo. Um grande telão, atrás da banda, mostrava clipes originais das músicas e ajudava a manter a emoção, com visual de primeira.
Na parte final do show, a balada "Hunting high and low" derramou lágrimas em muita gente, e vendo que o fim se aproximava, o público vibrou com "The sun always shines on TV", nem se tocando com a falta de “Touchy!” no repertório, e após um breve intervalo, “Take on me” encerrou uma longa história de amor com os cariocas.
Antes de ir embora, os fãs ainda viram o nome da banda e o ano de 1985 juntamente com um agradecimento ao Rio, no telão. Ficam as lembranças da banda que bateu o recorde de público em um show pago, ao se apresentar para quase 200 mil pessoas no Rock in Rio 2, em 1991. O A-ha, em sua turnê de despedida, ainda passou por Bauru, São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e Brasília.
P.S: A lamentar, somente a falta de organização do Citibank Hall. Filas enormes faziam es pessoas esperarem, em média, duas horas para pegarem seus ingressos, comprados com antecedência pela internet. Muita gente entrou com o show já iniciado...
Abaixo, o set list do show no RJ:
Bandstand
Foot of the Mountain
Analogue
Forever Not Yours
Minor Earth Major sky
Summer Moved On
Move to Memphis
The Blood That Moves the Body
Stay on These Roads
The Living Daylights
Early Morning
You Are The One
Crying in the Rain
Scoundrel Days
Swing of Things
Manhattan Skyline
I’ve Been Losing You
We’re Looking for the Whales
Cry Wolf
Encore 1
Train of Thought
Hunting High and Low
The Sun Always Shines on TV
Encore 2
Take On Me
quinta-feira, 4 de março de 2010
Coldplay: impecável até debaixo d´água!

Nem a intermitente chuva foi capaz de apagar o brilho da banda
na apresentação aos cariocas
Por Luciana Aguiar
na apresentação aos cariocas
Por Luciana Aguiar
Chovia na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, quando o Coldplay subiu ao palco para tocar Life In Technicolor. Finalmente o tão esperado 28 de fevereiro de 2010 chegara para os milhares de fãs que, além de espremerem para buscar a melhor forma acompanhar o que se passava no palco, procuravam se resguardar da interminável chuva que caía desde às 6 hs da tarde. A deixa para o que viria, apesar de muitos nem se darem conta por acharem que a banda tinha um perfil diferenciado demais para aquela ocasião, foi antes na excelente apresentação intimista e com um tom etéreo, mas, excelente, da banda Bat for Lashes no segundo show de abertura.
No show do Coldplay, além dos grandes hits, esteve presente também uma grata surpresa: a banda tocou a canção Shiver, que há três anos não aprecia no setlist de grandes apresentações. Chris Martin e cia impressionaram o público pela qualidade técnica sonora (impecável!), pela simpatia e por terem revelado que a banda amadureceu, se reinventou e se tornou referência entre os grandes ídolos de arena.
A iluminação e os efeitos visuais do local, aliás, foram um show à parte, com direito à chuva (sob a chuva) de pequenos e multicoloridos papéis picados em forma de borboleta e fogos de artifício ao final da apresentação, como em uma grande celebração pela vida. Mas isso também não pareceu-nos ter sido à toa, já que o nome da tourné (o mesmo do último trabalho do grupo) é: Viva la vida.
Ao final da apresentação os fãs, extasiados, deixaram a Praça da Apoteose com a impressão que valeria à pena voltar o tempo em algumas horas para reviver tudo outra vez. Chuva?Alguém realmente notou que chovia? Um viva à vida! Viva a vida! Vivas Coldplay! E um breve retorno para não deixar muitas saudades...
Abaixo, o setlist do grande show:
"Life In Technicolor""Violet Hill""Clocks""In My Place""Yellow""Glass Of Water""Cemeteries Of London""42""Fix You""Strawberry Swing""God Put A Smile Upon Your Face/ Talk""The Hardest Part""Postcards From Far Away""Viva La Vida""Lost!""Shiver""Death Will Never Conquer""Don Quixote""Viva La Vida" (remix)bis"Politik""Lovers In Japan""Death And All His Friends"bis"The Scientist""Life in Technicolor 2"
"Life In Technicolor""Violet Hill""Clocks""In My Place""Yellow""Glass Of Water""Cemeteries Of London""42""Fix You""Strawberry Swing""God Put A Smile Upon Your Face/ Talk""The Hardest Part""Postcards From Far Away""Viva La Vida""Lost!""Shiver""Death Will Never Conquer""Don Quixote""Viva La Vida" (remix)bis"Politik""Lovers In Japan""Death And All His Friends"bis"The Scientist""Life in Technicolor 2"
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