segunda-feira, 18 de abril de 2011

Incubus lançará novo álbum em julho


Por Luciana Aguiar



Após o aclamado trabalho solo de Brandon Boyd lançado em 2010, The Wild Trapeze, a banda americana Incubus anunciou o lançamento de If Not Now, When?, previsto para julho. O novo álbum conta com a produção de Brendan O´Brien, que já trabalhou com bandas como Pearl Jam e Rage Against The Machine. O último trabalho de estúdio do Incubus, Light Granades, foi lançado em 2006. De acordo com Boyd, o álbum é uma "carta de amor destinada ao mundo. É mais obscuro, mais lento, mais definido e mais envolvente do que qualquer outra coisa que o Incubus já tenha lançado". O primeiro single, Adolescents, disponibilizado site oficial da banda, foi divulgado há poucos dias.

terça-feira, 5 de abril de 2011

The National volta ao Brasil para divulgar “High Violet”

Por Rodrigo Gonçalves
A banda americana The National pousa pela segunda vez no país para duas apresentações, no Rio e São Paulo. O quinteto do Brooklin, liderado pelo vocalista Matt Berninger, famoso por sua voz barítona, tem divulgado em entrevistas recentes que deseja fazer um show ainda melhor que no Tim Festival, em 2008, em que tocaram com o MGMT.


Desta vez eles utilizarão vídeos e , é claro, mostrarão músicas de seu quinto trabalho, “High Violet”, um dos discos mais elogiados pela crítica Indie/Rock em 2010.


O The National começou em 1999, mas foi em 2007, com o álbum “Boxer” que o grupo ficou conhecido, através da intensa música “Fake Empire” e chegou a abrir turnês do R.E.M. O baixista Scott Devendorf diz que o título do cd faz referência a um estado de espírito inventado por Matt: “Assim como azul é sinônimo de tristeza, o ‘high violet’ se refere a uma combinação de sentimentos. Nossa música é dramática, emotiva”, conta Scott ao site G1.


Serviço


São Paulo


5 de abril (terça-feira), às 21h30 Citibank Hall - Av. Jamaris, 213, Moema R$ 300 (camarote) e R$ 140 (pista)

Rio de Janeiro

8 de abril (sexta-feira), às 23. Circo Voador - Rua dos Arcos, S/N, Lapa R$ 70 (ingresso promocional válido com 1 quilo de alimento não perecível ou 1 livro ou meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)

terça-feira, 22 de março de 2011

Out of time, álbum que lançou o R.E.M ao mainstream, completa 20 anos de lançamento



Por Luciana Aguiar

Apesar de o nosso último post ter sido sobre o R.E.M, uma das nossas bandas favoritas − sim caro leitor, aqui podemos nos permitir fugir da isenção jornalística − não há como não comentar que há poucos dias, fãs do mundo inteiro lembraram os 20 anos de lançamento de Out Of Time. O álbum foi um marco na carreira da banda por representar uma transição inequívoca do grupo do cenário indie para o topo das paradas de sucessos do rock/pop mundial. Losing My Religion, primeiro single do álbum, é sem dúvida nenhuma uma das músicas mais tocadas em rádios de todo o mundo, bem como um dos vídeos mais reproduzidos pela MTV americana em todos os tempos.

Em recente entrevista a revista Rolling Stone, o guitarrista da banda, Peter Buck, revelou que o grupo considera o trabalho mais recente Collapse Into Now o melhor realizado pelo R.E.M desde Out Of Time. Tudo bem que achamos este comentário de Buck extremamente modesto, mas, é uma clara referência sobre a importância do álbum lançado em 1991.
Abaixo, o vídeo de "Losing my religion", de Out of time:

quinta-feira, 17 de março de 2011

R.E.M. volta a misturar atitude e emoção em novo trabalho



Por Rodrigo Gonçalves

Após o elogiado e aclamado “Accelerate”, de 2008, algumas dúvidas pairavam na mente de um fã incondicional como este que vos escreve: qual seria o próximo passo do trio estaduniense R.E.M. ? Seguir o que já estava dando certo e fazer um Accelerate “parte 2” ou voltar a discos mais experimentais e com mais apelo pop, como nos anos 90 e 2000? Michael Stipe e cia resolveram juntar tudo isso e fazer um grande disco (novamente). O 15º álbum da carreira, chamado “Collapse into now” foi sendo liberado aos poucos pela rede e finalmente saiu na última semana como um dos 5 álbuns mais vendidos na terra da Rainha e EUA. O disco tem ótimas participações especiais e foi gravado em Nova Orleans, Nashville e Berlin. Com produção de Jacknife Lee, que já havia trabalhado em Accelerate. Com certeza, é cheio de referências de toda a carreira do grupo, como veremos a seguir.

O disco já começa com “Discoverer”. Falemos sério, se esta música fosse feita pelo U2, alguém teria dúvida que viraria hit no momento do seu lançamento? Peter Buck manda muito bem nos riffs de guitarra. “All the best” é chumbo grosso de primeira (queria escutá-la ao vivo), e fica difícil tirar o refrão de “Uberlin” da cabeça. “Oh my heart” é R.E.M. dos tempos de “Out of time”(90) e “Automatic...”(92), com destaque total para o acordeão do tiozão Scott McCaughey e o backing do sempre competente baixista Mike Mills.

Bem, a partir daí começam as participações especiais. Em “It happened today”, Eddie Vedder aparece nos oo-oohhs finais junto com Joel Gibb (do grupo The Hidden Cameras). Na minha opinião, o líder do Pearl Jam poderia ter participado mais. Na diferentona “Alligator Aviator Autopilot Antimatter”, a polêmica cantora Peaches faz dueto com Stipe e “That someone is you” mantém o ritmo, com fôlego punk, nítida referência aos primórdios da banda, poderia ter entrado em “Murmur (81)” ou Reckoning (83)”. A mais rápida do disco.

Na reta final, “Mine smell like honey” virou single, e tem um vídeo engraçadíssimo em homenagem ao cineasta e comediante Buster Keaton. Fica difícil ouvir “Me, Marlon Brando, Marlon Brando and I” e não deixar rolar uma lágrima: “Lay me down/Help me off to sleep/Or take me deep again”. Só essa já valeria o investimento...

O álbum fecha muito bem com a bluezzística “Blue”, com a amiga do peito Patti Smith. Lembra muito o hino “Country Feedback”, é poema puro. “I am made by my times/I am a creation of now/Shaken with the cracks and crevices/I'm not giving up easy/I will not fold/I don't have much/But what I have is gold”. Outra grande canção com a participação dela tinha acontecido em "E-Bow The Letter", do álbum "New adventures In Hi-Fi" (96).

Ao fim desta humilde resenha, pergunto: Por que esses músicos que estão juntos há mais de 30 anos ignorariam os álbuns anteriores, especialmente se esta auto-referência lhes permitem crescer ainda mais sem envelhecer? E vida longa ao R.E.M.!!

Todas as músicas de “Collapse into now” terão vídeos produzidos por diferentes diretores escolhidos pela banda. A seguir, o clipe de “Uberlin” e “Discoverer”, gravado ao vivo no estúdio Hansa, em Berlin.


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Com o fim do Oasis, agora é Liam quem manda!



Por Rodrigo Monteiro Gonçalves


2009 foi o último ano do Oasis, banda inglesa que já possuía 15 anos de estrada. Com 8 discos de estúdio, a derradeira briga dos irmãos Gallagher custou o fim de uma das maiores bandas de rock da atualidade.

Pois bem, Liam não esperou muito e já aprontou uma boa surpresa para os roqueiros. Juntamente com os ex-integrantes do próprio Oasis Andy Bell (baixo), Gem Archer (guitarra) e Chris Sharrock (bateria) e mais três músicos de apoio, o vocalista se saiu muitíssimo bem com o seu “Different Gear, Still Speeding”, em que flerta abertamente com influências muito bem vindas de bandas dos anos 60 como Stones, The Kinks, T-Rex, The Who e... Beatles, é claro!

Produzido por Steve Lillywhite (U2 nos anos 90) num estúdio em Londres, há canções bem Oasis, como “Standing on The Edge of The Noise” e “The morning son”, em que claramente a dedica ao irmão Noel - "So let it be/And given time/You go your way/And i’ll go mine". Mas no geral, a banda buscou mudar a sonoridade, canções simples, sem as paredes de guitarras de Noel, com pianos ao fundo e backing femininos.

As baladas também são de boa qualidade. “For anyone” e “Kill for a dream” emocionam quando ouvimos e celebramos a volta triunfal da voz de Liam, longe do ideal nos últimos discos do Oasis. O disco ainda tem alguns petardos rockers que impressionariam Noel, como “The Roller”, “Four letter word” e “Beatles and Stones”.

Muito bem aceito pela crítica, "Different Gear, Still Speeding” é um grande disco de estreia, mesmo que não se tenha a genialidade das letras de Noel, mas é compensado com ótimas canções e a boa forma de Liam.

Em recente entrevista, o vocalista demostrou vontade de retornar ao Brasil para as apresentações do B.E este ano. Mas nada de "Wonderwall" ou "Live Forever". - “Essa é uma banda nova. Vamos só tocar as músicas do novo álbum. Será um show de uma hora", finaliza o sempre simpático Liam...

As faixas:

01. Four Letter Word
02. Millionaire
03. The Roller
04. Beatles And Stones
05. Wind Up Dream
06. Bring The Light
07. For Anyone
08. Kill For A Dream
09. Standing On The Edge Of The Noise
10. Wigwam
11. Three Ring Circus
12. The Beat Goes On
13. The Morning Son

Abaixo, o vídeo de “The Roller”:




terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Documentário sobre o Foo Fighters será lançado em março. Banda tem apresentado músicas novas em seus shows


Por Rodrigo Gonçalves

Com data de lançamento marcada para 11 de abril, o sétimo álbum dos Foo Fighters ainda não tem nome. Mas de acordo com o líder e vocalista da banda, Dave Grohl, é o álbum mais pesado da carreira dos americanos. A produção do disco conta com Buch Vig, famoso produtor do clássico “Nevermind”, do Nirvana.

Em seus recentes shows, o FF tem apresentado músicas de seu próximo disco, como “These days”, "I Shoulda Know", Bridge Burning" e "Dear Rosemary", que contou com a presença de Bob Mould, do Sugar, que também participa do álbum.

Além do novo trabalho, a banda também se prepara para lançar um documentário em março, com o registro dos 16 anos de carreira do grupo. Assim como o novo CD, o nome deste documentário ainda não foi divulgado e promete mostrar a banda em seus primórdios. Desde o começo de Grohl assumindo as baquetas do Nirvana até a gravações deste novo trabalho.

“Dezesseis anos e sete discos de estúdio depois, com a ajuda do diretor vencedor do Oscar James Moll, finalmente vamos conseguir contar a história de como aquela fita demo virou a banda que somos hoje. Esse é o nosso lado da história. Desde o primeiro ensaio até o término de nosso novo álbum, está tudo lá”, conta Dave ao site da Rolling Stone. James Moll foi o vencedor do Oscar em 1998, com o documentário "The Last Days”.

Abaixo, você confere um vídeo da inédita “Bridge Burning”, gravada em um show secreto em Hollywood:




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Novo trabalho do Green Day será lançado em março



Por Luciana Aguiar

O Green Day anunciou o lançamento do novo álbum, Awesome as Fuck, para o dia 22 de março. O novo trabalho inclui as melhores músicas da turnê realizada no ano passado e no final de 2009 do último álbum de estúdio da banda, o 21st Century Breakdown. Com este último trabalho o grupo, além de ter vendido mais de 3,5 milhões de cópias em todo o mundo, ganhou o Grammy de melhor álbum do ano de 2009.